11 de novembro de 2009

Madonna no Brasil - Nova novela de Maneco!

Como todo mundo já deve saber, Madonna está de passagem pelo Brasil nesta semana, mas nada de shows, sessões fotográficas ou alguma filmagem de videoclipe. A sra. do pop veio atrás de apoio (R$) para seus projetos filantrópicos, o de grande destaque é a ong em Malauí, na África.

Madonna já está toda serelepe pelas ruas do Rio, anteontem foi vista de surpresa num restaurante Japonês no Leblon - acho que deve ter ido se encontrar com Manoel Carlos, para dar um "up" na novela da Helena. Quem sabe na semana que vem ela não vai pra The Week dar uma "pinta" Hehe
Coitado do senhor na foto, Madonna tirando o sossego dos cariocas
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Brincadeiras a parte, Madonna realmente não perde tempo, como ela soube que existe uma porção de milionários espalhados pelo país ela não ia deixar de abocanhar uma graninha por aqui, ainda mais porque num país como o nosso é fácil para uma "estrela mundial" vir mostrar as caras e sair com milhões no bolso, não é verdade? Duvido que ela faça isso num país como os Estados Unidos e arrecade 10% do que ela vai conseguir agora no nosso Brasil Baronil.

Ontem ela já se reuniu com alguns empresários, um dos que ela está super amiguinha é o bilionário Eike Batista - que ficou famoso e mais rico depois do casamento com Luma de Oliveira, que até cedeu a academia particular e jatinho dele para a cantora.
"Alô, Eike? Você me paga!"

Por Rafael Froner

10 de novembro de 2009

Gaga estréia novo clipe: "Bad Romance"

Acaba de vazar o novo clipe "bad romance" de Lady Gaga, a nova grande estrela do pop. A música faz parte do novo cd da cantora "The Fame Monster" que deverá ser lançado em 23 de novembro.
O cd antes seria o uma nova versão do cd anterior mas "turbinado" com mais 8 músicas, entretanto Gaga teve a sábia decisão de lançar apenas um novo cd com apenas as 8 novas inéditas. O album vem na hora certa, pois Gaga sai em turnê a partir de novembro - com chances de vir ao Brasil (uh!).Bem, confesso que ainda não consegui ver o videoclipe - graças a velocidade de internet da minha futura ex-empresa (hehe). Mas vamos lá, estou aqui baixando lentamente, mas espero que todo mundo curta comigo - pois a música é ótima.

* Assisti o clipe! Gente, é maravilhoso! Gaga, mais uma vez, me surpreendeu. Realmente, ela entende o que a gente precisa, nós admiradores da cultura pop. Vida longa à Gaga!

Mais informações sobre o cd e a turnê aqui.

Por Rafael Froner

9 de novembro de 2009

O mundo perdido de Inhotim

Eu posterguei muito para fazer esse texto, mas como minha vida profissional está numa modificação gigantesca, não poderia deixar de falar de um local que me ensinou muito sobre identidade e arte, o instituto Inhotim, localizado em Brumadinho, a 60km de Belo Horizonte - Minas Gerais.
Ha menos de um ano trás eu não tinha um conhecimento verdadeiro sobre arte contemporânea, tudo que eu tinha visto em internet ou livros era muito distante e até mesmo difícil de entender, até que em janeiro deste ano tive o “grande choque” de conhecer este parque tropical repleto de arte contemporânea e jardins onde se encontram uma das maiores coleções botânicas do mundo – projetos sugeridos pelo famoso paisagista Roberto Burle Marx.
No período do início deste ano até setembro do mesmo experimentei ir no parque quatro vezes e toda vez, definitivamente, foi uma nova experiência, e não falo isso porque tenho pessoas queridas envolvidas com os projetos de lá, mas porque é de fato impressionante. E em minha última visita, já tinham sido abertas novas galerias – que infelizmente não consegui ver, mas algumas delas estão nesta matéria que encontrei no site da Globo:


Infelizmente não é possível fotografar dentro das galerias, o que é até compreensível pois é necessário estar perto dessas peças para poder entender e ser raptado pelas cores, formas e tamanhos das obras de arte.
Para poder entender o espírito de arte contemporânea é necessário se ver criança novamente: sem preconceitos e com vontade de experimentar tudo que se vê, é preciso estar com todos os sentidos aguçados para não deixar passar nada e aproveitar a deliciosa viagem.

Mas o parque não é só formado de obras de arte, sejam elas em grandes edificações ou até mesmo nos próprios jardins, mas também é composto de dois restaurantes maravilhosos e um loja cheia de suvenires lindos- alguns deles estão espalhados pelo meu quarto.
Bem, eu acho que esse post funciona como um apelo a todos os que admiram ou não conhecem arte, e até os que se dizem artistas: se tiverem oportunidade não deixem de visitar, existem poucas coisas na vida que te levam além sem precisar tirar os dois pés do chão.
Merecido descanso após muito andar

Confira o vídeo institucional criado para a divulgação do parque este ano, é realmente impressionante:


Mais informações no site de Inhotim: http://www.inhotim.org.br/


*Ron, obrigado mais uma vez por ter me apresentado a tudo isso.
*Fotos de Rafael Froner, Carlos Henrique Bicalho e Mariana Guimarães
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Por Rafael Froner

8 de novembro de 2009

É Taranta, você fez sua obra-prima!

Nesses mais de 30 anos de vida, não me lembro de ter falado tantas vezes “É o melhor filme dele (diretor)” em uma sala de cinema. Posso ter constatado isso ao assistir “Ratatouille”, mas esta reação veio com o subir dos créditos. Talvez em “O Senhor dos Anéis: o Retorno do Rei”, mas já estava no corredor de saída. Ali, assistindo e somente com 35 minutos de filme, isso nunca me ocorreu.

Ou melhor: na última sexta fiquei repetindo essas palavras dezenas de vezes enquanto assistia a obra-prima de Quentin Tarantino: “Bastardos Inglórios”. Sei que muitos arremessarão pedras, mas o filme é tão bom, que tive que rever todos os filmes do diretor Americano – incluindo aí, alguns que ele fez somente o roteiro, como “Amor à Queima Roupa”.

E esta minha conclusão não é empolgação, é certeza. A cada minuto de projeção você, principalmente quem é fã do diretor, entende porque Quentin demorou tanto neste roteiro: ele queria a perfeição.

E tudo está no lugar certo (como dizia Thom Yorke): personagens incríveis, história simples, sacadas visuais, palavras tão bem escritas (e ditas) que são decoráveis e sequências inteiras rodadas com maestria que arrancam riso ou sorrisos – a última reação é de constatação de que este é um filme para se ver e rever muitas vezes.

História
O roteiro é dividido em três partes: uma moça (Shosanna) se torna a única sobrevivente judia de uma família “genialmente” massacrada pelo “Caçador de Judeus”, o coronel Hans Landa, na França recém tomada pelo exército de Hitler; no futuro, Shosanna se torna dona de um cinema em Paris e acaba bolando um plano para por um fim a vida dos líderes nazistas, incluindo o próprio filho do cão, Hitler; neste mesmo tempo, somos apresentados a um grupo de soldados americanos cruéis, que se divertem massacrando os “nazis”, os Bastardos.

Basicamente é isso. Fácil e simples assim. Melhor, o filme não se utiliza de montagens entrecortadas para mais explicações ou transformar as histórias em mitos, pelo contrário, são narradas com câmeras quase estáticas e em muitos momentos, lembra uma peça encenada em grande tela.

Outra dado importante: não espere por um filme sobre a Segunda Guerra Mundial, a história de “Bastardos” é uma das mais corajosas já contadas sobre este fato histórico, sendo capaz de ter um final nunca antes pensado e brilhante – que não merece ser falado e sim descoberto por você no cinema.
Personagens
Quem leu até aqui, deve conhecer a capacidade de Tarantino em criar personagens únicos. Pois vou contar um segredo do filme: os melhores personagens criados pelo diretor estão em “Bastardos Inglórios”. Tempo para você se indignar e citar nomes inesquecíveis como os de Vincent Vega, A Noiva, Mr. White, Butch, Mr. Orange, Bill, entre outros. Pode xingar aí…

Já? Continuando. Parece que o queixudo leu um livro com declarações de Walt Disney e viu que “o vilão tem que ser mais importante que o herói, sempre” e tal inspiração o fez criar seu personagem mais incrível: o coronel Hans Landa, criado (pois deve ter muito das percepções desse ator ali) de forma visceral pelo ator alemão Christoph Waltz – que deve levar todas as premiações de coadjuvante do ano que vem, já levou Cannes.

Landa é o mal encarnado. Sabe aquele mal estar que somente Hanibal Lecter (de “O Silêncio dos Inocentes”), Coringa (de Heath Ledger), Tony (de o “Poderoso Chefão II”) e o Coronel Walter E. Kurtz (de Marlon Brando em Apocalipse Now) são capazes de infligir quando estão em cena? Então, Landa consegue o mesmo efeito. Um personagem já perpetuado na história do cinema.

Os “Bastardos” não ficam atrás e levam à seguinte conclusão: o que faz Eli Roth ser diretor com tanto potencial para encenar? Como um arrogante inglês, mesmo sendo um britânico e crítico de cinema, conquista sua afeição de tal forma que você lamenta por ele aparecer tão pouco? E Aldo Raine é o segundo melhor papel já encarnado por Brad Pitt – o primeiro ainda é Tyler Durden, de o “Clube Da Luta”. Deve ganhar corpo e lembrança com o passar do tempo.

Sequências
São tantas, tantas, mas vamos lá: a primeira cena de Landa em uma casa de camponês (a maldade sem exageros); os resgates e torturas dos Bastardos; a apresentação do personagem crítico de cinema que é espião inglês; o melhor tiroteio já imaginado pelo diretor; e toda a sequência final no cinema de Shosanna – destacando o encontro entre Landa e os Bastardos - uma ode ao bom cinema em pouco mais de 25 minutos.

Veredicto
Aldo (ou seria Tarantino?) olhando direto para o público, já disse o que irei dizer: “essa deve ser a minha obra-prima”. Nota 10!!

Por Rodrigo Castro

Arte Erótica - pra você que gosta ou ainda não conhece

Ultimamente andei procurando sites bons de publicidade e fotografia para fazer o famoso “banco de imagens criativas”. Como um bom profissional criativo, sei que o primeiro passo para a receita de uma boa criação é a pesquisa, nada além disso. Encontrei bons sites, agora um dos que mais me chamou atenção foi o site do Exterface Studio, da França.
O estúdio fotográfico é de dois amigos que com apenas 24 anos uniram idéias e começaram a produzir imagens impressionantes, em grande parte “homoerótica”, mas acaba que o conceito principal do projeto que poderia ser julgada como “apelativo” é descartado por conta da originalidade do trabalho e da produção impressionante dos dois.
Cada ensaio produzido é carregado de sensualidade, é verdade, mas as provocações psicológicas abordadas e a cultura pop, sejam em cores, fontes e formas, são as coisas que mais impressionam.
Vale a pena dar uma olhada nos ensaios produzidos por eles, mas tenha cuidado, vá desarmado de preconceitos e com a mente aberta. Afinal, arte é isso: te provoca reações, independente quais sejam.

Conheça o trabalho dos caras clicando aqui.

Por Rafael Froner